A e-consumidora brasileira
Principal usuária das redes sociais, a mulher aumentou seu poder de consumo e alterou sua maneira de comprar As atividades que a mulher moderna acumula diariamente não são novidades e entre as atribuições que possui estão o trabalho formal e doméstico, a maternidade, o casamento, o aprendizado e o ensinar constantes e, claro, a vaidade, o empreendedorismo e o consumo. Mas a maneira que a brasileira consome produtos e informações já não é a mesma como ela o fazia há uma década. O aumento do poder de compra das classes C e D já ultrapassou a casa dos R$834 milhões ao ano, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), concentrando 46,24% do total e as mulheres são 45,3% da população economicamente ativa no Brasil. A mobilidade da pirâmide social do país representou o aumento do consumo, muito dele ditado pelo público feminino e a entrada, cada vez maior, no comércio eletrônico. Prova disso foram os 3,1 milhões de tablets comercializados em 2...