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Chega de saudade

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Prédio da antiga Estação Saudade foi restaurado pelo Sistema Fecomércio Sesc  Senac e passa a abrigar a nova unidade cultural do  Sesc PR e um café-escola do Senac PR Preservar, manter e transmitir a memória, a história e o patrimônio são essenciais para o  fortalecimento da cidadania e para o exercício do direito à cultura. Quando o poeta Antonio Cicero escreveu Guardar, ele pontuou que o significado do verbo homônimo é zelar por algo ou alguma coisa, “é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la e ser por ela iluminado”. Por entender que as práticas culturais ocorrem quando há a apropriação do território pela ação humana e que edificações compõem o patrimônio cultural material de um povo, o Sistema Fecomércio Sesc Senac PR tem sido responsável pela transformação de espaços importantes para a preservação da cultura paranaense, a exemplo, do prédio do Paço da Liberdade, em Curitiba; do Hotel Cassino, em Foz do Iguaçu, e da Cadeia Pública de Londr...

O existir pela palavra

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Miguel Sanches Neto é um dos convidados da 35ª Semana Literária Sesc PR e XIV Feira do Livro Editora UFPR. Com Márcia Tiburi, participa da mesa-redonda “Vamos falar de quê?”, mediada por Rogério Pereira, na terça-feira (13), às 19h30. Ele acabou de lançar o romance histórico A Bíblia do Che , coleciona reconhecimento internacional e é um autores mais representativos da nova literatura brasileira. Miguel conversou com nossa equipe sobre sua obra, a cultura brasileira e a paranaense e sobre sua participação na Semana Literária. Miguel Sanches Neto (Crédito: Divulgação) Confira a entrevista. Em Linhas Órfãs, você diz que “Escrever é uma forma de nos informarmos sobre nós mesmos”. Como você se encontra em suas obras e como encontrar e se informar sobre o Brasil e a identidade nacional nelas? Um romance nos localiza, pela linguagem, em determinados grupos sociais, em determinada visão de país. Minha literatura de ficção é uma forma de apreender meu país como linguagem. An...